AN OPEN LETTER
TO THE AMERICAN PEOPLE
UMA CARTA ABERTA
AO POVO NORTE-AMERICANO

Torne os EUA livres.
Corte a dependência do petróleo importado.
EUA seguros.

http://www.setamericafree.org/openletter.htm

For decades, the goal of reducing the Nation’s dependence upon foreign energy sources has been a matter on which virtually all Americans could agree. Unfortunately, differences about how best to accomplish that goal, with what means, how rapidly and at what cost to taxpayers and consumers have, to date, precluded the sort of progress that might have been expected before now.

Today, we can no longer afford to allow such differences to postpone urgent action on national energy independence. After all, we now confront what might be called a “perfect storm” of strategic, economic and environmental conditions that, properly understood, demand that we effect over the next four years a dramatic reduction in the quantities of oil imported from unstable and hostile regions of the world.

America consumes a quarter of the world’s oil supply while holding a mere 3% of global oil reserves. It is therefore forced to import over 60% of its oil, and this dependency is growing. Since most of the world’s oil is controlled by countries that are unstable or at odds with the United States this dependency is a matter of national security. At the strategic level, it is dangerous to be buying billions of dollars worth of oil from nations that are sponsors of or allied with radical Islamists who foment hatred against the United States. The petrodollars we provide such nations contribute materially to the terrorist threats we face. In time of war, it is imperative that our national expenditures on energy be redirected away from those who use them against us.

Even if the underwriting of terror were not such a concern, our present dependency creates unacceptable vulnerabilities. In Iraq and Saudi Arabia, America’s enemies have demonstrated that they can advance their strategic objective of inflicting damage on the United States, its interests and economy simply by attacking critical overseas oil infrastructures and personnel. These targets are readily found not only in the Mideast but in other regions to which Islamists have ready access (e.g., the Caspian Basin and Africa). To date, such attacks have been relatively minor and their damage easily repaired. Over time, they are sure to become more sophisticated and their destructive effects will be far more difficult, costly and time-consuming to undo.

Another strategic factor is China’s burgeoning demand for oil. Last year, China’s oil imports were up 30% from the previous year, making it the world's No. 2 petroleum user after the United States. The bipartisan, congressionally mandated U.S.-China Economic and Security Review Commission reported that: “China’s large and rapidly growing demand for oil is putting pressure on global oil supplies. This pressure is likely to increase in the future, with serious implications for U.S. oil prices and supplies.”

Oil dependence has considerable economic implications. Shrinking supply and rising demand translate into higher costs. Both American consumers and the U.S. economy are already suffering from the cumulative effect of recent increases in gas prices. Even now, fully one-quarter of the U.S. trade deficit is associated with oil imports. By some estimates, we lose 27,000 jobs for every billion dollars of additional oil imports. Serious domestic and global economic dislocation would almost certainly attend still-higher costs for imported petroleum and/or disruption of supply.

Finally, environmental considerations argue for action to reduce imports of foreign oil. While experts and policy-makers disagree about the contribution the burning of fossil fuels is making to the planet’s temperatures, it is certainly desirable to find ways to obtain energy while minimizing the production of greenhouse gases and other pollutants.

The combined effects of this “perfect storm” require concerted action, at last, aimed at reducing the Nation’s reliance on imported oil from hostile or unstable sources and the world’s dependence on oil at large. Fortunately, with appropriate vision and leadership, we can make major strides in this direction by exploiting currently available technologies and infrastructures to greatly diminish oil consumption in the transportation sector, which accounts for two thirds of our oil consumption. The attached Blueprint for Energy Security: “Set America Free” spells out practical ways in which real progress on “fuel choice” can be made over the next four years and beyond. To be sure, full market transformation will take a longer time. In the case of the transportation sector, it may require 15-20 years. That is why it is imperative to begin the process without delay.

We call upon America’s leaders to pledge to adopt this Blueprint, and embark, along with our democratic allies, on a multilateral initiative to encourage reduced dependence on petroleum. In so doing, they can reasonably promise to: deny adversaries the wherewithal they use to harm us; protect our quality of life and economy against the effects of cuts in foreign energy supplies and rising costs; and reduce by as much as 50% emissions of undesirable pollutants. In light of the “perfect storm” now at hand, we simply can afford to do no less.

Durante décadas, o objetivo de reduzir a dependência dos EUA de fontes externas de energia tem sido um assunto sobre o qual todos os norte-americanos poderiam concordar. Infelizmente, as diferenças sobre a melhor maneira de conseguir esse objetivo, isto é, com que rapidez e a que custo para os contribuintes e consumidores, têm, até hoje, dificultado esse tipo de progresso que já poderia ter sido antecipado.

Hoje não mais podemos permitir que essas desavenças posterguem uma ação urgente tendo em vista uma independência energética nacional. Afinal de contas, enfrentamos agora o que pode ser chamado de uma “tempestade perfeita” de condições estratégicas, econômicas e ambientais que, uma vez comprendidas corretamente, irão exigir a realização, nos próximos quatro anos, de uma dramática redução nas quantidade de petróleo importado de regiões do mundo instáveis e hostis.

Os EUA consomem um quarto da produção mundial de petróleo do mundo, tendo apenas 3% das reservas globais. São assim obrigados a importar mais que 60% de seu petróleo, e esta dependência está crescendo. Dado que a maior parte do petróleo mundial é controlado por países que são instáveis ou que têm divergências com os EUA, esta dependência se torna assunto de segurança nacional. No nível estratégico, é perigoso estar comprando bilhões de dólares de petróleo de nações que apóiam, ou que são aliadas de, muçulmanos radicais que promovem o ódio contra os EUA. Os petrodólares que fornecemos a essas nações contribuem materialmente para as ameaças terroristas que enfrentamos. Em tempo de guerra, é imperativo que nossos dispêndios nacionais com energia sejam redirecionados para longe daqueles que os usam contra nós.

Mesmo se a preocupação com o terror não estivesse em jogo, nossa atual dependência cria inaceitáveis vulnerabilidades. No Iraque e na Arábia Saudita, os inimigos dos EUA têm demonstrado que podem avançar com seus objetivos estratégicos de infligir danos aos EUA, aos seus interesses e à sua economia, simplesmente atacando infra-estruturas criticas de petróleo no exterior bem como seus funcionários. Esses alvos são facilmente encontrados não somente no Oriente Médio mas em outras regiões às quais os muçulmanos têm fácil aceso (e.g. a bacia do mar Cáspio e a África). Atualmente, tais ataques têm sido relativamente pequenos e seus danos facilmente reparáveis. Mas com o tempo, certamente se tornarão mais sofisticados e seus efeitos destrutivos serão ainda mais difíceis, custosos e demorados para serem desfeitos.

Um outro fator estratégico é a demanda crescente de petróleo por parte da China. No ano passado, as importações de petróleo da China cresceram 30% em relação ao ano anterior, tornando-a a segunda maior consumidora de petróleo, depois dos EUA. A comissão de revisão econômica e de segurança bipartite EUA-China, constituida pelo Congresso, relatou que: “A grande e crescente demanda da China por petróleo está pressionando o suprimento global de petróleo. Esta pressão tende a aumentar no futuro, com sérias implicações nos suprimentos e nos preços do petróleo para os EUA.”

A dependência do petróleo tem consideráveis consequências econômicas. A redução da oferta e o aumento da demanda se traduzem em preços mais altos. Tanto os consumidores norte-americanos como a economia dos EUA já estão sofrendo os efeitos acumulados de recentes aumentos dos preços da gasolina. Mesmo agora, um quarto do déficit comercial dos EUA está associado às importações de petróleo. Segundo algumas estimativas, perdemos 27.000 empregos para cada bilhão de dólares adicional de importação de petróleo. Sérios deslocamentos na economia interna e global gerarão quase que certamente custos ainda maiores para o petróleo importado e/ou a interrupção do fornecimento.

Finalmente, considerações sobre o meio-ambiente clama por ações para reduzir as importações de petróleo estrangeiro. Embora os especialistas e executivos discordem sobre a contribuição da queima de combustíveis fósseis para a temperatura do planeta, é certamente desejável encontrar maneiras de obter energia minimizando a produção de gases-estufa [CO2] e de outros poluentes.

Os efeitos combinados desta “tempestade perfeita” requer uma ação pelo menos coordenada, objetivando a redução da dependência dos EUA de fontes hostis e instáveis, e da dependência em geral do petróleo mundial. Felizmente, com visão adequada e com liderança, poderemos conseguir dar passos largos nessa direção, explorarando as infraestruturas e as tecnologias já disponíveis, para em grande medida reduzir o consumo de petróleo no setor de transportes, responsável por dois terços de nosso consumo de petróleo. O logo anexo da segurança energética: “Torne os EUA livres” indica caminhos práticos pelos quais progressos reais na “escolha de combustível” podem ser feitos nos próximos quatro anos e mais além. A total transformação do mercado certamente demorará um longo período. No caso do setor de transportes, poderá exigir de 15 a 20 anos. Eis porque é imperativo começar o processo sem demora.

Conclamamos os lideres dos EUA a comprometerem-se a adotar este logo, e embarcar, junto com nossos aliados democráticos, em uma iniciativa multilateral para encorajar uma dependência reduzida de petróleo. Assim procedendo, poderão razoavelmente se comprometer a: negar aos adversários os recursos que eles usam para nos prejudicar; proteger nossa qualidade de vida e nossa economia contra os efeitos dos cortes no fornecimento de energia do exterior e seus custos crescentes; e reduzir em até 50% as emissões indesejáveis de poluentes. Em vista da “perfeita tempestade” agora em mãos, simplesmente não podemos deixar por menos.

Admiral James D. Watkins, Former U.S. Secretary of Energy
Americans for Energy Independence
Anne Korin,
Institute for the Analysis of Global Security
Apollo Alliance Chelsea Sexton,
Plug in America
Cliff May,
Foundation for the Defense of Democracies
Col. (ret.) Bill Holmberg,
American Council on Renewable Energy
Congressman Eliot Engel
Congressman Jack Kingston
Daniel Pipes,
Middle East Forum
David A. Harris,
American Jewish Committee
Debra Burlingame,
9/11 Families for America
Deron Lovaas,
Natural Resources Defense Council
Edwin Black,
Author
Felix Kramer,
CalCars
Frank Gaffney,
Center for Security Policy
Gabrielle Reilly Gal Luft,
Institute for the Analysis of Global Security
Gary L. Bauer,
American Values
Hon. James Strock,
Former California Secretary for Environmental Protection
Hon. R. James Woolsey,
Former director of the CIA, Co-Chairman, Committee on the Present Danger
Hon. Robert C. McFarlane,
Former National Security Advisor
Jack D. Hidary,
Coalition Advocating for Smart Transportation
Meyrav Wurmser,
Hudson Institute
Milton Copulos,
National Defense Council Foundation
Orson Swindle,
Former Commissioner, Federal Trade Commission and Vietnam POW
Peter R. Huessy,
President of GeoStrategic Analysis
Professor Richard E. Smalley (D. 2005),
1996 Nobel Laureate in Chemistry
Robert Zubrin,
President, Pioneer Astronautics
Senator Lincoln Chafee
Senator Sheldon Whitehouse
Senator Tom Daschle
Steve Marshall,
Cascadia Center
Thomas Neumann,
The Jewish Institute for National Security Affairs (JINSA)
William K. Shireman,
Future 500